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Eddie Murphy espera um roteiro ‘incrível’ para rodar ‘Um tira da pesada 4’

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Talvez não seja em março de 2016, como previamente anunciado, mas o quarto filme da franquia cinematográfica “Um tira da pesada” - que teve seu último lançamento em 1994-  não é descartada pelo ator Eddie Murphy, que interpreta o personagem-título, o policial Axel Foley. Murphy diz que só falta um bom roteiro para começar os trabalhos.Em junho do ano passado, a produtora The Michigan Film Office anunciou que “Um tira da pesada 4” seria filmado na cidade de Detroit, com uma história que acompanharia o policial Axel Foley deixando Beverly Hills “durante o inverno mais frio já registrado para encarar novas regras e velhos inimigos em uma das cidades mais implacáveis dos Estados Unidos”. O cineasta Brett Ratner, que já trabalhou com Murphy no filme “Roubo nas alturas” (de 2011), foi cotado para a direção, e o mês de março do ano que vem foi citado como provável data de lançamento.Em entrevista à revista americana “Rolling Stone” que circula este mês, quando o assunto foi mencionado, Murphy disse:"Eles ainda estão tentando acertar o roteiro. Eu não vou fazer um novo 'Um tira da pesada' a não ser que eles tenham um roteiro realmente incrível. Eu li algumas coisas que dão a impressão de que eles podem fazer uma grana. Mas eu não vou fazer um filme ruim só para fazer grana. O bagulho tem que ser bom".O interesse da Paramount Pictures na franquia foi reacendido por um piloto de série de TV de 2013 em que Murphy fez uma aparição especial como Axel Foley e roubou a cena. A série, porém, não foi adiante.
 




Grammy 2015: Chris Martin, Ed Sheeran e Willie Nelson participarão de tributo a Stevie Wonder

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Chris Martin (Coldplay), Ed Sheeran, Willie Nelson, Usher e Janelle Monáe participarão do especial Stevie Wonder: Songs in the Key of Life – An All-Star Grammy Salute, que será exibido na TV norte-americana no dia 16 de fevereiro, oito dias após a cerimônia de entrega da premiação do Grammy, que acontece no dia 8 (com exibição pela TNT, no Brasil). A gravação acontece no dia 10/02, no famoso Nokia Theatre, em Los Angeles. Foi revelado no mês passado que, em 2015, o Grammy homenagearia Wonder em um evento semelhante a The Beatles: The Night That Changed America, que a premiação realizou no ano passado, reunindo diversos artistas de primeiro escalão em um tributo aos Beatles. Mais artistas ainda serão anunciados para o show Songs in the Key of Life, sendo que cada artista poderá escolher uma música da extensa carreira de Wonder para realizar uma cover. A maior parte dos artistas envolvidos têm algum tipo de relação com Wonder: Martin e ele apareceram recentemente na cover estrelada da música dos Beach Boys “God Only Knows”, que a BBC promoveu; Wonder e Nelson cantaram juntos em "We Are the World", em 1985, e Wonder também contribuiu no álbum de 2004 de Usher, Confessions.Aos 64 anos, Stevie Wonder é dono de 25 prêmios Grammy, sendo três deles de Álbum do Ano – em 1974, 1975 e 1977. O Grammy de 2015 tem Sam Smith e Beyoncé como os artistas com mais indicações. Ambos concorrem à categoria "Álbum do Ano" junto a Beck (com Morning Phase), Pharrell Williams (G I R L) e Ed Sheeran (x).



Renato Aragão – 80 anos. “Se Os Trapalhões ainda existisse seria o maior sucesso da televisão”

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 “É mais uma etapa, um acidente geográfico”, diz Renato Aragão sobre completar 80 anos nesta terça, 13. “São as pessoas que me alertam de que eu fiz 80 anos, eu não percebo que tenho essa idade, que sou um senhor. Na verdade, adquiri foi muita experiência na vida e na carreira”, completa o ator, hoje indissociável do personagem Didi, que integrava o quarteto Os Trapalhões.O mais novo octogenário do entretenimento chega a esse momento ainda se desafiando. Depois de décadas a fio como um ícone da televisão e do cinema, Renato fez sua estreia no teatro ano passado, ao lado do amigo e colega de Os Trapalhões Dedé Santana. No último fim de semana, enquanto estava no palco durante o musical “Os Saltimbancos Trapalhões”, ganhou uma homenagem coordenada pela filha adolescente, Lívian, que o deixa emocionado até agora. “Não desconfiei de nada! Armaram com todos os artistas, com a TV Globo. Na história, minha filha faz papel de menino e depois se revela como mulher. Nessa hora de se revelar, ela veio falar que ia homenagear uma pessoa que faz aniversário, entrou bolo, não sabia de nada”, conta, ainda contente. “Nunca pensei em fazer teatro. De repente fui encarar esse desafio. E está indo muito bem, estão aceitando muito. Gostei muito desse presente de aniversário.”Renato Aragão acima curte o carinho do público. “Talvez seja o Didi mais do que eu. Ele completa 55 anos, já se misturou com o Renato Aragão, me dá força. E o público também me dá força. É uma responsabilidade muito grande ter passado pelas três gerações que o Didi passou”, afirma. “Não posso dizer que vou me aposentar. Até pode ser. Mas não agora.”Ao longo de 2014, Aragão deu muitos sustos no público, virando manchete por causa de problemas de saúde graves relacionados a um infarto e a uma infecção urinária. Segundo ele, sua inquestionável fé, sempre demonstrada ao longo dos anos, é uma das razões para não se deixar abater. “É o que me dá animo de alcançar mais uma idade. Não sei mais quanto tempo vou viver depois dos 80, mas não tenho medo de nada. Cuido da alimentação, da saúde, que é para ter uma longevidade, mas não sei quem é que calcula isso”, diz.Lembrando a importância de Didi Mocó para a própria carreira e para a história do humor no Brasil, Aragão justifica o sucesso do personagem com as características mais marcantes dele. “Não sei se é a ingenuidade, aquele humor simples, que não quer ofender ninguém – por mais que haja um policiamento. É humor limpo, família.” O tema, inevitavelmente, o faz cair na entrevista recente que deu para a revista Playboy e que foi motivo de muito debate nas redes sociais. Na entrevista, ele afirma que, antigamente, homossexuais, negros e gordos não se ofendiam da forma como acontece atualmente.“Isso tudo não foi dito. Alguém não leu tudo. É que eu fazia uma brincadeira com o Mussum: ‘Ô, Paraíba’, ‘Ô, Negão’. Não era para ofender uma classe”, reforça, tentando “justificar” que “a ofensa era entre eles”. “O sucesso se tornou o oitavo pecado capital”, declara. “Você não pode fazer sucesso que as pessoas começam a inventar. Nunca tentei ofender ninguém. Ao contrário, eu quero é conquistar! Deus me livre fazer uma piada que vai afastar qualquer alguém. Eu amo os negros, homossexuais, os gordos.”
“Eu fui quem mais sofreu preconceito na vida como comediante e ator”, continua. “Eu sempre fui discriminado por fazer esse tipo de humor [mais simples]. Não liguei para isso, quanto mais criticavam, mais aumentava a bilheteria. O povo sempre teve carinho comigo e me defendeu. Alguém que ofende tem que ser criticado mesmo. Nem queria falar sobre esse assunto porque as pessoas gostam de levantar polêmica. Mas vou repetir mais uma vez: eu nunca ofendi negros, homossexuais, gordos, nem ninguém. Levantaram essa lebre contra mim.”Quando os papéis se invertem e Aragão fala sobre se sentir ofendido por outras pessoas, é ele quem se revolta ao lembrar da repercussão da história-triste-que-virou-meme “no céu tem pão", um vídeo compilando as diversas ocasiões em que Renato Aragão narrou o episódio verídico de uma criança que, antes de morrer de fome, perguntou se no céu havia pão. E Aragão ainda não perdoou.
“Esse pessoal é muito maldoso, isso foi uma realidade que aconteceu. Deviam ir passar fome lá no Nordeste, ver uma seca...", diz Aragão, irritado. "Dois anos seguidos de seca e teve uma criança que falou isso para a mãe porque não tinha o que comer. Que maldade, que sacanagem, fiquei muito triste com isso, as pessoas ficarem zombando do falecimento de uma pessoa com fome.”

Saudade
Nenhum tópico passa pela boca do ator sem que ele lembre da saudade que tem d’Os Trapalhões. Sempre categórico em afirmar que jamais retomaria o grupo sem Mussum e Zacarias, que morreram em 1994 e 1990, respectivamente, ele tenta imaginar como seria o programa da trupe hoje, uma época em que o humor é recebido de uma forma completamente diferente. E não se acanha em dizer: “Seria o maior sucesso da televisão hoje”. Mesmo em outros tempos? “Eu poderia sofrer preconceito, como sofremos”, diz, afirmando que seria tudo igualzinho. “O nordestino sofrido, o galã da periferia, que é o Dedé, o “negão” da mangueira, o Mussum, e aquele menininho mineiro que não queria crescer [Zacarias]. Era a cara do Brasil.”Ele ainda lembra com nostalgia de uma das encenações preferidas daquele período. “Não sei contar piada, eu sei encenar piada. O Didi é sempre Didi, o que muda é a situação em volta dele. O que foi mais marcante para mim são aqueles clipes que fazia. Sidney Magal, Maria Bethânia, Ney Matogrosso”, relembra, afirmando que adoraria fazê-los de novo.

Passado e futuro

Se o legado de Renato Aragão após mais de meio século de carreira é imensurável e difícil de resumir, o aniversariante não tem dificuldade em apontar com precisão de onde vem a inspiração pessoal.“Os maiores de todos os tempos? Oscarito, no Brasil. Universalmente, o [Charles] Chaplin. Eles são gênios. É a única definição que posso te dar. São gênios inimitáveis.” Já nos dias de hoje, Aragão reforça o apreço que tem pelo trabalho do grupo Porta dos Fundos. Eles são muito bons, maravilhosos! Falam tanto palavrão... é isso que digo quando falo que é pesado. Porque eles não precisam falar, são muito bons. Estão começando um novo marco de humor”, crava.




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